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quarta-feira, 6 de março de 2019

Fichamento de Leitura: Estágio em Educação Infantil

Texto 1


Título do texto: 
Territórios da infância: linguagens, tempos e relações para uma pedagogia para as crianças pequenas. Debate 3: De como ser professor sem dar aula na escola da infância.
Autor:  
Danilo Russo
Ano de Publicação: 
2009

1: Faça uma breve pesquisa sobre o autor do texto 
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2: Comente as principais ideias do texto
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3: Transcreva um trecho que você achou mais significativo 
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4: Transcreva um trecho que você não compreendeu
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5: O que você aprendeu com a leitura desse texto? 
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(Em construção)

Texto 2 

Título do texto
Culturas infantis em creches e pré-escolas: estágio e pesquisa. (prefácio)
Autor:  
Lilian Lopes Martin da Silva 
Ano de Publicação: 
2011

1: Faça uma breve pesquisa sobre o autor do texto 
"Possui graduação em Linguística pela Universidade Estadual de Campinas (1977), mestrado em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (1981) e doutorado em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (1994). Atualmente é professora colaboradora (MS -5) da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas, junto ao Grupo de Pesquisa: Alfabetização, leitura, escrita e trabalho docente na formação inicial? (ALLE/AULA)". 
Fonte: https://www.escavador.com/sobre/3187298/lilian-lopes-martin-da-silva

2: Comente as principais ideias do texto
O texto fala sobe a importância do olhar atento, curioso/investigativo durante as atividades de estágio, mostrando que existe um diferença considerável entre olhar e ver. Além disso, o texto fala da importância do exercício de leitura e de escrita para a reflexão sobe o estágio, o qual é fundamental para a construção da identidade docente. 

3: Transcreva um trecho que você achou mais significativo 
"O olhar faz perguntas,procura sentidos, aproxima. O olhar pensa...é a visão feita interrogação" (Cardoso, 1998; apud Silva, 2011, p.VIII) 
"Nesse sentido, o estágio curricular e obrigatório, não é um tempo para aprendizagem ou para a preparação do que pode vir a ser. Não é um ensaio para se chegar "depois" a um lugar qualquer. Antes, um tempo em que o estudante e o cotidiano daquele lugar se enlaçam, se alteram, se misturam. Numa "observação", que é, ao mesmo tempo, inserção, ação, relação, presença". (Silva, 2011, p.VIII). 

4: Transcreva um trecho que você não compreendeu
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5: O que você aprendeu com a leitura desse texto? 
Com a leitura do texto foi possível perceber que o estágio não é somente um momento de contato com a prática, mas é também um momento de reflexão para a construção da identidade docente (a qual deve está em constante construção). Essa reflexão não pode ser feita de qualquer modo, mas deve ser realizada por meio da escrita de diários de campo, a partir do olhar atento e investigativo e partindo para uma leitura que possibilita uma cartase. 

Texto 3 


Título do texto: 
Encontros e encantamentos na educação infantil. Capítulo 1- Andando por creches e pré-escolas públicas: Construindo uma proposta de estágio. 
Autor:  
Luciana Esmeralda Ostetto
Ano de Publicação: 
2000

1: Faça uma breve pesquisa sobre o autor do texto 
"Professora da Faculdade de Educação - Universidade Federal Fluminense, atua na pós-graduação (Mestrado e Doutorado em Educação) e na graduação (curso de Pedagogia). Foi professora do Centro de Educação - Universidade Federal de Santa Catarina (1995-2012). Possui doutorado em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (2006), mestrado em Educação pela Universidade Federal de São Carlos (1992) e graduação em Pedagogia pela Universidade Federal de Santa Catarina (1985). Articula ensino, pesquisa e extensão na área de Educação, com ênfase em Educação Infantil e Formação de professores, contemplando principalmente os seguintes temas: educação infantil e prática pedagógica, arte e infância, arte e formação de professores, narrativas autobiográficas. Coordenadora do FIAR - Círculo de estudos e pesquisa formação de professores, infância e arte (Faculdade de Educação UFF).". 
Fonte:https://www.escavador.com/sobre/3089225/luciana-esmeralda-ostetto

2: Comente as principais ideias do texto
O texto trás as etapas e as reflexões de professora Ostetto, a qual ministra a disciplina de prática na educação infantil na UFSC, é abordado como a disciplina se estrutura, as etapas, os problemas e as principais implicações e principalmente a importância do estágio não só para a formação dos estudantes de pedagogia, mas também para a educação infantil em si.  

3: Transcreva um trecho que você achou mais significativo 
"As estagiarias, profissionais em formação ganham possibilidades de experimentar e construir seu papel de 'professor-pesquisador ', exercitando sua capacidade de ler a realidade, visualizar ou detectar as necessidades e, no processo coletivo de reflexão, ir arriscando propostas e alternativas de encaminhamentos. Na perspectiva de educadores em formação, pesquisando o cotidiano, desenvolvendo formas de observação do cotidiano e do grupo de crianças que dele faz parte, não aprendem apenas a 'fazer', mas a 'pensar sobre' e 'decidir como', de forma ampla contextualizada, articulada" (p.22-23).  
"Mais um vez: depende do olhar e aqui, para um bom trabalho, é imprescindível o olhar humanizado, sensível, pensante, que inclui e dialoga, compreende" (p.29). 

4: Transcreva um trecho que você não compreendeu
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5: O que você aprendeu com a leitura desse texto? 
Considero como mais importante do texto a forma como a autora coloca essa prática fundamental não apenas para os estudantes mais para a Ed. infantil no geral, mostrando o papel fundamental das universidades para a formação de um profissional pesquisador, com um olhar atento (curioso/investigativo). Ademais, Ostetto aponta como é benéfico o dialogo das estagiarias (universidade) e a instituição acompanhada, porém esses dialogo só se mostra possível por meio da construção de uma relação reciproca de confiança, pautada na humanização. 

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Fichamento: Capítulo 7 - Organização de ambientes


BARBOSA, Maria Carmem Silveira. Por amor e por força: rotinas na educação infantil - Porto Alegre: Artmed, 2006. 

1.0 Conceitos
1.1 Ambiente
"é um espaço construído, que se define nas relações com os seres humanos por ser organizados simbolicamente pelas pessoas responsáveis pelo funcionamento e também pelos seus usuários." (p.119)

  • O ambiente é um mediador cultural, assim, contribui para a formação dos esquemas cognitivos das crianças.
1.2 Espaços
"O espaço físico é o lugar do desenvolvimento de múltiplas habilidades e sensações e, a partir da sua riqueza e diversidade, ele desafia permanentemente aqueles que o ocupam. Esse desafio constrói-se pelos símbolos e pelas linguagens que o transformam e o recriam continuamente." (p. 120)

  • Os espaços são construídos sócio-historicamente, ou seja, foi construído e ainda é construído pelos seres humanos de todas as idades.  
  • É no espaço físico concreto, segundo a autora, que as crianças pequenas, principalmente bebes, começam a experimentar as sensações. 

1.3 Relação do espaço com o ambiente

  • O espaço e o ambiente são conceitos diferentes, porém eles não devem está separados, pois em um mesmo espaço físico podem ser criados diferentes ambientes.  
  • Podemos considerar os espaços e o ambiente como o segundo educador. 
2.0 A importância
 "A importância do espaço na educação das crianças pequenas é ampliada quando se leva em consideração que a jornada diária nesses lugares é, muitas vezes, equivalente seu horário de vigília." (p.121)
"Segundo Piaget, antes de 3 anos, as crianças por ele pesquisadas não possuíam duas referências fundamentais, que são as de eixo e de distancia. A partir dos espaços vividos, elas vão estruturando as relações topológicas o espaço percebido, as relações projetivas e, finalmente, os espaços concebidos que levam às relações euclidianas." (p.121)

  • A fala de Piaget fundamenta o que foi comentado anteriormente sobre o espaço ser considerado um segundo educador, uma vez que é a partir da interação que a criança tem com o meio que ela desenvolve inúmeras funções psicológicas. 
  • A autora também ressalta que o espaço sozinho não educa e não estimula, mas o que vai desenvolver é a intencionalidade pedagógica proposta por meio de uma rotina. 
3.0 A organização do espaço 
"A organização do ambiente traduz uma maneira de compreender a infância, de entender seu desenvolvimento e o papel da educação  do educador" (p.122) 

  • Quando organizamos os espaços traduz os objetivos que queremos atingir, além de mostrar quais são valores e as aprendizagens que o educador considera com mais importantes para o desenvolvimento integral da criança
  • Foi criando um mito a respeito da organização desses espaços de educação infantil, no qual se afirma que para construção de espaços caros, complexos e bem elaborados. Entretanto, não é necessário coisas caras para estimular a imaginação da criança. 
  • A organização deve pensada em refletir também as características das comunidade que envolve a instituição. Os devem ser democráticos. 
4.0 Espaços visitados 
  • A autora discorre sobre inúmeras creches que visitou, no brasil e em diversos países da Europa. Mostrando o que percebeu na instituições privadas e publicas brasileiras e estrangeiras. 
  • Considerei interessante o que a autora trás sobre o trabalho da limpeza no exterior e no Brasil: 
"As crianças europeias aprendem desde cedo a cuidar da limpeza e do ambiente. Os serviços gerais são terceirizados, e as salas são limpas apenas uma vez por dia. Assim, as crianças organizam os pratos usados, varrem, passam um pano úmido nas mesas e limpam o chão [...] A cultura brasileira, com muitos vestígios escravocratas, faz com se tenha sempre uma adulto limpando as salas."


 5.0 conclusão 
"Deixar o espaço suficientemente pensado para estimular a curiosidade e a imaginação da criança, mas incompleto o bastante para que ela se aproprie e transforme esse espaço pela sua atuação"